Tudo que você precisa saber sobre revisão geral de carro

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Conforme o tempo nos ensina, a posse de um carro é um ato de muita responsabilidade. Afinal de contas, trata-se de uma máquina complexa e potencialmente perigosa, sobretudo se considerarmos as más condições mecânicas causadas pela negligência do proprietário.

Sendo assim, elaboramos este post fundamental sobre o tema, em que explicamos as questões mais importantes sobre a revisão geral, demonstrando como os procedimentos da manutenção preventiva são determinantes para garantir a sua segurança no trânsito. Então, sem mais demoras, acompanhe!

A definição e finalidade da manutenção preventiva

Da forma como percebemos, o objetivo da manutenção preventiva está exposto em seu nome. Tecnicamente, esse é um método de revisão que compila uma série de testes, análises e observações para encontrar pontos de desgaste nos componentes do seu carro.

Dessa forma, o profissional responsável pela inspeção consegue identificar a condição das várias peças e sistemas do seu veículo, sugerindo substituições e procedimentos corretivos para estancar os problemas ou eliminá-los de uma vez por todas — mas até certo ponto, essa é uma descrição que serve para todos os tipos de manutenção.

O grande diferencial da preventiva está na sua antecipação, pois ela é realizada periodicamente, acompanhando o bom estado e durabilidade das peças ao longo do tempo. Assim, é possível identificar o desgaste antes que ele se manifeste em outras partes do veículo, impactando em sua segurança, eficiência e desempenho.

As vantagens da revisão geral para o seu veículo

No entanto, sempre existiu uma curiosidade comum entre os proprietários de primeira viagem, pois a preventiva não é a única modalidade existente no mercado, já que ela também divide espaço com as manutenções corretivas e preditivas. Então, aproveite o momento e aprenda a diferenciar esses procedimentos!

Caráter preventivo

A começar pelo fator mais óbvio de todos! Morando no Brasil, é possível que você já tenha escutado aquele velho ditado popular que nos fala que é melhor prevenir do que remediar — o que define muito bem a manutenção preventiva, que sempre é realizada antes da manifestação de qualquer problema.

E é justamente por isso que esse procedimento costuma ser ignorado. Afinal de contas, existem muitos proprietários que não estão acostumados com noções de mecânica — e olha que nem há motivo para se intimidar com isso, pois basta conhecer algumas ideias básicas para entender a importância desse procedimento.

Quer um exemplo? Então, vamos usar a ideia do funcionamento de um conjunto mecânico, que ajuda a qualquer leitor, mesmo que não se tenha nenhum contato prévio com o tema!

Pois veja, assim como as engrenagens de um relógio antigo, os motores são conjuntos de peças que trabalham de maneira coordenada. Ou seja, são vários componentes desempenhando suas funções individuais, para juntos, entregarem a funcionalidade do veículo, o deslocamento.

É por esse motivo que o desgaste em um único componente tem um potencial de estrago tão grande sobre o restante do veículo, pois a maioria das peças depende uma das outras. Por conta disso, um pneu descalibrado pode gerar prejuízos à suspensão do veículo e então para a caixa de direção e daí por diante.

É nesse sentido que a preventiva se coloca como um procedimento de antecipação, pois tanto a revisão do veículo como a substituição de peças gastas já servem para proteger o restante do conjunto mecânico, evitando que as outras partes sejam “contaminadas” pelo desgaste de uma peça inicial.

Economia

Com toda a certeza, a manutenção preventiva é o procedimento mais barato se analisarmos no longo prazo. Estranhou? É, nós entendemos que isso pode parecer contra intuitivo, pois como assim, gastar para revisar um problema que não aconteceu?

Oras, é justamente nisso que se baseia a economia de qualquer procedimento preventivo. Pois veja, quando se obedece a um calendário de revisões sem falta, você está fazendo o que há de melhor e mais inteligente para prolongar o bom estado mecânico do veículo.

Mas aqui, talvez você argumente: mas como é mais econômica se existirão vezes em que precisarei trocar peças? Bem, a melhor forma de encarar esse dilema é o enxergando de maneira realista. Até porque sendo dono de um carro, você precisará substituir peças, quer queira, quer não!

O grande ponto aqui é escolher quando realizar essa substituição. Na manutenção preventiva, você troca as peças logo nos primeiros sinais de desgaste, pois isso é um sintoma de que o problema é recente e ainda não se espalhou para as outras áreas.

Caso você ignore essa janela de tempo para a troca antecipada, o desgaste de uma peça começará a interferir na performance das outras. Isso acontece porque boa parte dos componentes automotivos lidam com alta carga de estresse, seja em função do peso do veículo ou da temperatura operacional.

Quando algo está errado, isto é, quando uma peça está gasta, ela não opera no auge de seu desempenho, e assim, acaba transferindo sobrecarga para os componentes à sua volta. Com a ação do tempo, quando o carro finalmente quebrar, você não precisará trocar apenas uma peça, mas várias delas, entende?

Por fim, também é legal destacar que a manutenção preventiva é um procedimento econômico pelos detalhes mais pequenos possíveis. Por exemplo, você sabia que ignorar a reposição de água no sistema de arrefecimento pode fazer com que o motor superaqueça e sofra uma fundição? Exatamente, amigo leitor!

Ignorar um procedimento gratuito hoje pode estourar o seu orçamento amanhã — basta avaliar o custo da retífica de um motor. O mesmo exemplo vale para os pneus, em que uma rodagem despressurizada provoca danos aos elementos da suspensão e direção do seu veículo.

Os componentes avaliados em uma revisão geral

Agora que você sabe que as manutenções preventivas são muito melhores do que as corretivas, é importante conhecer as principais peças verificadas durante uma inspeção. Para facilitar a abordagem, separamos os componentes por grupos, englobando mais noções de uma só vez.

Sistema de freios

De todos os conjuntos, esse é o mais importante de todos. Afinal de contas, a frenagem é parte fundamental da condução — e aqui é interessante notar que o veículo não deve apenas frear, mas sim fazer isso com previsibilidade e precisão.

Um sistema de freios desregulado ou gasto não só pode causar uma série de acidentes como também costuma ser uma das principais causas de fatalidade nas estradas. Nesse sistema, os protagonistas são os discos, pastilhas, os tambores e lonas — a depender da tecnologia empregue no seu carro.

Mas para além disso, a revisão também analisa a condição das tubulações que canalizam o fluido do freio, pois qualquer fissura pode desencadear um vazamento, amortecendo a ação do pedal no momento da frenagem e causando um acidente.

Além de procurar por desgaste nesses componentes, a preventiva também avalia o nível de contaminação no óleo desse reservatório, realizando a reposição sempre que necessário — assim como recomendando a substituição de peças a qualquer sinal de desgaste.

Sistema de suspensão

Já aqui, temos um conjunto bem mais complexo, não por sofisticação material, mas sim pelo número de peças envolvidas. Em um todo, o sistema da suspensão inclui a análise das articulações, molas, amortecedores, bandejas, pivôs e as demais peças paralelas ao funcionamento desse sistema.

Um pouco diferente do sistema de freios, o conjunto de suspensão tem um impacto muito maior sobre o conforto e estabilidade durante a pilotagem — ainda que também possa causar irregularidades no comportamento do veículo, ocasionando um acidente.

Também aqui, acrescentamos procedimentos periódicos que são fundamentais para o equilíbrio dinâmico do veículo na estrada, como a geometria, o alinhamento e o balanceamento. Combinados, esses processos garantem que o automóvel esteja perfeitamente alinhado, evitando o desgaste desigual dos pneus e o desvio de trajetória durante a condução.

Componentes mecânicos

Para além dos sistemas, aqui é importante listar as peças diretamente ligadas à operação do motor do seu automóvel. É nesse grupo que são avaliados componentes como as correias, correntes, polias, pistões, velas, tubulações, colunas e afins.

Componentes elétricos

Como o nome sugere, essas são as peças responsáveis pelo funcionamento eletrônico do veículo, com a avaliação de lâmpadas, luzes, painéis, baterias, alternadores de carga, telas, centrais, placas e afins. Com o crescente uso da eletrônica embarcada, essa vem sendo uma área cada vez mais importante nas inspeções preventivas.

Filtros

De uma maneira geral, a boa maioria dos carros modernos já vem equipado com no mínimo quatro filtros, que cumprem sua função na admissão e transposição de ar, combustível, óleo e, novamente ar, mas dessa vez com a canalização para a cabine por ser o filtro do ar-condicionado.

Fluidos

Por último e muito importante, os elementos que contribuem para a fluidez, refrigeração e preservação das superfícies internas. Essencialmente, existe um fluido para cada área, com um dedicado ao sistema de transmissão, direção, motor, freio e por aí adiante. O importante aqui é verificar o nível desses fluidos em seus reservatórios — assim como a integridade de suas tubulações.

A importância da manutenção preventiva

Agora que você conheceu alguns dos componentes examinados na revisão, é interessante destacar a importância desse procedimento para a sua qualidade de vida. Até porque investir na confiabilidade do seu carro é uma forma direta de praticar o autocuidado. Veja!

Segurança

Começando logo pelo critério mais importante. Da forma como entendemos, um carro bem cuidado, com todas as manutenções em dia é um carro previsível. Ainda que muito se dependa da perícia e cautela do motorista, contar com um carro em boas condições é o mínimo necessário para uma condução tranquila e livre de riscos.

Além disso, é sempre bom lembrar que comparecer às manutenções preventivas também é uma forma de preservação ao próximo, já que você diminui os riscos de fatalidades envolvendo terceiros. Nesse sentido, realizar a preventiva é uma prática colaborativa de cuidado e proteção com todos no trânsito.

Durabilidade

Por conta da antecipação, a manutenção preventiva minimiza ao máximo a exposição do seu carro ao desgaste. Com isso, você acaba prolongando a vida útil do automóvel, que estará continuamente rodando com peças em boas condições, livre de estresses e sobrecargas.

Além disso, também é lógico enxergar a durabilidade como uma vantagem econômica. Afinal, não apenas o carro durará mais, como também será beneficiado no momento da revenda, já que unidades bem preservadas são precificadas de maneira mais generosa pelo mercado.

Previsibilidade

Para encerrar, a manutenção preventiva ainda serve como um escudo de proteção contra o inusitado. Pois veja, se você tem a garantia de que está andando com um carro bem cuidado, com as revisões em dia, peças em boas condições, não há nada de excepcionalmente ruim que possa acontecer.

A manutenção preventiva dos pneus

Por último e mais importante, dedicamos esta seção exclusiva para os procedimentos preventivos com os pneus. Afinal, esses são uns dos componentes mais importantes em um carro, além de estarem imediatamente expostos à ação do tempo e do estresse físico e térmico.

Felizmente, a manutenção preventiva dos pneus pode ser resumida a algumas boas práticas de realização individual. Ou seja, você mesmo, enquanto um proprietário consciente, pode se encarregar dessas tarefas de prevenção, evitando a aceleração ou o desequilíbrio do desgaste entre o seu conjunto. Agora, conheça esses procedimentos!

A começar pela calibragem, que é um processo básico no você realiza o ajuste dos pneus para a pressão adequada de rodagem, diminuindo a área de contato com o solo, provocando a economia de combustível e preservando esses componentes. Em nossa experiência, entendemos que é interessante realizar esse procedimento a cada duas semanas.

Por fim, vale lembrar do rodízio, que é a troca de lugares entre os pneus instalados. Normalmente, a prática é recomendada a cada 5 e 10 mil quilômetros, dependendo da rigorosidade e frequência dos seus trajetos. Em essência, esse procedimento é fundamental para prolongar a vida útil dos pneus, pois a mudança de posicionamento evita a concentração de desgaste em algumas das rodas.

E aí, você gostou deste post explicando a importância e impacto da revisão geral sobre o cotidiano do seu veículo? Sendo assim, não perca a oportunidade de conhecer as nossas soluções para o seu automóvel.

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